Belo Horizonte estuda decretar calamidade pública

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Nesta segunda-feira (28), quando a paralisação dos caminhoneiros entra no seu oitavo dia, é ponto facultativo em Belo Horizonte.

O prefeito, Alexandre Kalil (PHS), estuda a possibilidade de decretar situação de calamidade pública.

De acordo com informações da Folha:

Segundo a prefeitura, as empresas de ônibus conseguiram repor parte do estoque de combustível. Nesta segunda, os ônibus circulam normalmente no horário de pico e com redução de 50% nos horários de menor movimento.

No domingo (27), houve ônibus fretados para transportar trabalhadores da saúde. As linhas regulares da cidade não funcionaram.

De acordo com informações do Estado de Minas:

Desde sexta-feira, hospitais veem cancelando cirurgias e os municípios restringindo o transporte de pacientes, que ocorrem somente em casos graves.

Um dos maiores planos de saúde da capital, a Unimed também adotou restrições no atendimento. Embora o funcionamento das principais unidades de saúde municipais esteja resguardado do efeito do ponto facultativo decretado para hoje pela Prefeitura de Belo Horizonte, a administração municipal orienta a população a procurar serviços somente “nos casos de urgência e emergência”.

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