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Bitchute consolida-se como principal alternativa ao YouTube

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Plataforma de vídeo tem pouco controle sobre os conteúdos, o que favorece a liberdade de expressão.

Se o Parler é apontado como uma alternativa ao Twitter e o MeWe está tentando replicar o Facebook, o BitChute pode ser descrito como a melhor opção contra o monopólio do YouTube

Fundado em 2017 pelo desenvolvedor Ray Vahey, do Reino Unido, o BitChute nasceu com o objetivo de promover um ambiente onde a liberdade de expressão prevaleça.

Embora o BitChute esteja sediado no Reino Unido, o seu fundador, Vahey, vive e trabalha na Tailândia.  

A iniciativa foi concebida em meio ao aumento exponencial das críticas de desenvolvedores de conteúdo contra decisões e posicionamentos do YouTube — plataforma que foi comprada pelo Google em 2006.

O BitChute utilizada um tradicional sistema peer-to-peer, permitindo compartilhamentos de dados sem a necessidade de um servidor central.

Por ser uma plataforma descentralizada, a empresa não hospeda tecnicamente os vídeos. Ao invés disso, o BitChute simplesmente facilita a transferência de conteúdo entre os computadores de seus usuários.  

Dessa forma, a empresa tem pouco controle sobre o conteúdo carregado pelo usuário, o que pode ser visto como um ponto positivo para a liberdade de expressão, mas que também abre espaço para publicação de conteúdos ilegais. 

De acordo com informações públicas, o financiamento da BitChute vem de doações de usuários. O site oficial da plataforma informa que a empresa está se aproximando de sua meta mensal de US$ 30 mil.  

A plataforma também começou recentemente a exibir anúncios, com o apoio de uma empresa de publicidade online chamada Criteo

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