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Bloomberg diz que Brasil caminha para eleger o seu próprio Trump

Jornal globalista classifica as redes sociais brasileiras como disseminadoras de ódio e preparadas para fornecer a base necessária para eleger um presidente.

Logo no inicio da matéria, o jornalista Mac Margolis cita as críticas recebidas pela ideóloga de gênero Judith Butler e os protestos da sociedade contra crianças tocando artistas nus em “exposições artísticas” como sinais de intolerância da sociedade brasileira, exacerbados pelo poder das redes sociais.

O escritor da Bloomberg também cita o exemplo da economista brasileira Monica de Bolle, que deletou sua página no Facebook alegando que não existia mais debate, apenas extremismo.

O texto é uma clara tentativa de manter a narrativa globalista de que Trump foi eleito com base em uma narrativa de ódio propagada nas redes sociais e que o nosso país caminha na mesma direção.

Os pré-candidatos à presidência do Brasil são listados no penúlitmo parágrafo e é aí que podemos ver toda a tendência esquerdista da matéria. Veja como o site da Bloomberg define os possíveis concorrentes:

  • Luiz Inácio Lula da Silva: ex-presidente e lenda política.
  • Geraldo Alckmin: influente governador de São Paulo.
  • Luciano Huck: apresentador sem experiência política.
  • Jair Bolsonaro: deputado da ultra-direita e capitão aposentado do exército que elogia a ditadura militar e dedicou seu voto pelo impeachment de Dilma Rousseff ao torturador da ex-presidente.

 

Com informações de: (1)

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