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Bolívia, China e Rússia apoiam a fraudulenta vitória de Maduro

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Os governos da Bolívia, China e Rússia deram sinais nesta segunda-feira (21) de que consideram legítima a vitória de Nicolás Maduro nas fraudulentas eleições deste domingo (20).

Alexander Schetinin, diretor do Departamento da América Latina do Ministério de Relações Exteriores da Rússia, afirmou:

As eleições foram realizadas. Os seus resultados já têm um caráter irreversível: dois terços dos votos foram para o atual presidente do país, Nicolás Maduro.

Ainda segundo o governo russo, Estados Unidos e outros países ocidentais intervieram nas eleições presidenciais da Venezuela e trataram de colocar impedimentos com suas chamadas ao boicote e seus anúncios de que não reconheceriam os resultados.

O regime comunista da China pediu que se “respeite a decisão do povo venezuelano”. Segundo o porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores da China, Lu Kang, o país “abordará os assuntos relevantes de acordo com a prática diplomática”.

O protoditador da Bolívia, Evo Morales, tuitou uma mensagem de apoio a Nicolás Maduro.

“O povo venezuelano soberano, triunfou novamente ante o golpismo e intervencionismo do império americano. Os povos livres jamais se submeterão. Parabéns ao irmão Nicolás Maduro e ao bravo povo da Venezuela”, escreveu.

A Bolívia faz parte do Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América, ou simplesmente ALBA, ao lado da Venezuela e outras nações com inclinação socialista, como Cuba.

Enquanto isso, por outro lado, Brasil, Chile, Estados Unidos e outras dezenas de nações não vão reconhecer as eleições venezuelanas e declararam que o pleito foi marcado pela fraude.

Com informações de: [VEJA]
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