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Bolívia emite alerta contra estrangeiros ‘terroristas e subversivos’

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“Não permitiremos que nenhum estrangeiro armado mate nossos bolivianos”, disse o ministro da Defesa.

O governo da Bolívia está preparado para lutar contra grupos estrangeiros que pretendem desenvolver ações “terroristas” ou “subversivas” em seu território, alertou o ministro da Defesa, Luis Fernando López, no último sábado, 14 dezembro.

Durante a cerimônia de promoção de um grupo militar de elite em Sanandita, López declarou:

“Não permitiremos que nenhum estrangeiro armado mate nossos bolivianos. Há mais de 40 anos, as Forças Armadas estão se preparando para a luta contra a subversão e o terrorismo.”

Desde que foi instalado no poder, o governo de transição aludiu à presença de estrangeiros que teriam a missão de semear o terror no país, apontando colombianos, peruanos, cubanos e venezuelanos como responsáveis ​​por provocar conflitos entre oposição e grupos oficiais,  entre civis e forças de segurança, e que em mais de um mês de incidentes deixaram 33 mortos, conforme informes da agência AFP.

No evento, estava também a presidente de transição, Jeanine Áñez, que afirmou que “é preciso traçar uma linha clara entre o direito à dissidência e conduta criminosa, agressividade e atitudes antidemocráticas que buscam impor violentamente sua vontade àqueles que não pensam da mesma forma”.

A polícia prendeu na cidade de Santa Cruz o argentino Facundo Molares Schoenfeld, identificado como ex-guerrilheiro das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), acusando-o de ter promovido sérios confrontos naquela região.

Também foi denunciado que o ex-líder guerrilheiro peruano Martín Serna Ponce, do Movimento Revolucionário Túpac Amaru (MRTA), trabalhou na campanha política do ex-presidente Evo Morales e que tinha ligações com quem era seu Ministro de Governo do Interior, Carlos Romero.

O ministro boliviano da Defesa complementou:

“Não se enganem, não deem um passo falso. Não nos custará nada dar a vida por cada boliviano, e também não nos custará nada perseguir aqueles que querem nos prejudicar.”

Posteriormente, em declarações à imprensa, a presidente de transição enviou uma mensagem a #Evo Morales, agora um refugiado na Argentina.

López completou:

“O que pedimos [a Evo Morales] é deixar que vivamos em paz. Esperamos que ele não cause sedição e terrorismo de onde está, porque deve respeitar seu status de refugiado. Não permitiremos que os nos roubem mais eleições.”

Ela também disse que Morales pode retornar à Bolívia “sempre que quiser”, embora tenha esclarecido que “nos próximos dias será emitido um mandado de prisão porque fizemos as queixas pertinentes”, já que o ex-presidente “tem contas pendentes nos tribunais”.

Traduzido a adaptado de NTN24
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