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Bolsonaro ameaça a influência do Irã na América Latina

A influência do terrorismo iraniano na América Latina é um assunto por muitas vezes negligenciado.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, oferece a esperança de um novo governo na América Latina que, com ajuda do governo Donald Trump, inibirá a influência dos regimes socialistas na região e apoiará o governo de Israel no Oriente Médio, segundo conservadores norte-americanos.

James Roberts, pesquisador da Heritage Foundation, falou sobre a vitória de Bolsonaro:

É um momento importante, talvez divisor de águas. É muito positivo, eu acho, para o Brasil. É positivo para a América Latina e, penso eu, para as relações EUA-Brasil.

A campanha anticorrupção de Bolsonaro poderá fornecer uma oportunidade para a cooperação com os Estados Unidos em uma série de questões de política externa envolvendo a região latino-americana.

“Posição pró-Irã? Vai mudar “, disse Eduardo Bolsonaro, filho do presidente eleito, à Bloomberg.” Nosso lado é contra o Hamas, o Hezbollah, o Estado Islâmico.”

Estes comentários evidenciam um desafio para uma ameaça importante, mas muitas vezes negligenciada: o terrorismo iraniano no Hemisfério Ocidental.

Matthew Levitt, do “Washington Institute for Near East Policy”, em 2012, escreveu:

O Irã expandiu amplamente sua presença na América do Sul e Central, abrindo novas missões e povoando-as com muito mais pessoas do que o necessário para deveres diplomáticos normais. A presença iraniana crescente na metade sul do hemisfério ocidental representa um perigo claro e presente para a segurança dos EUA.

Além de uma postura mais combativa contra a influência do Irã, Jair Bolsonaro também pode seguir os passos do presidente Trump e transferir a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, um sinal de comprometimento com uma futura parceria com Estados Unidos e Israel.

“Todo país importante que abraça Israel e/ou transfere a embaixada é um grande negócio”, disse um assessor republicano do Senado ao jornal Washington Examiner.

Em transmissão ao vivo pelo Facebook, dias atrás, Bolsonaro reafirmou que o governo de Israel é o responsável por definir onde será a sua capital, conforme noticiou a Renova Mídia.

Adaptado da fonte Washington Examiner

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