Bolsonaro critica relação de ex-governantes com Foro de São Paulo

Após tour pela Ásia, o deputado federal e pré-candidato, Jair Bolsonaro, está criticando cada vez mais as relações dos governos anteriores com o Foro de São Paulo.

O Foro de São Paulo foi criado em 1990 pelo ditador cubano Fidel Castro com o propósito de ser um aparato unificador do comunismo em toda a América Latina. Sua intenção foi dar um novo alento ao regime comunista de Cuba após a queda do muro de Berlim e o fim da União Soviética.

A ideia principal era tomar inicialmente o controle de dois países poderosos da América Latina: Brasil e Venezuela, para desde lá financiar a rendição do resto da América Latina aos pés do castro-comunismo.

Com a ascensão de Hugo Chávez e, posteriormente, de Nicolás Maduro, estamos tendo a oportunidade de presenciar as catastróficas consequências na Venezuela após a nação sucumbir ao projeto comunista do Foro. Aqui no Brasil, ainda temos chances de evitar o mesmo doloroso caminho.

Durante muito tempo, qualquer menção ao Foro de São Paulo era vista como teoria da conspiração. Este curto trecho do documentário Brasil Paralelo toca nesse assunto:

O pré-candidato à presidência do Brasil, Jair Bolsonaro, é um crítico ferrenho do Foro de São Paulo. E, nos últimos meses, vem intensificando as críticas contra o organização que visa a implementação da ideologia comunista na América Latina.

Nas últimas semanas, Bolsonaro fez um tour pelo continente asiático onde visitou: Japão, Coreia do Sul e Taiwan.

De acordo com algumas de suas publicações recentes nas redes sociais, parece que a viagem exacerbou sua revolta contra a ideologia comunista e o Foro de São Paulo.

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

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