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Bolsonaro disposto a bater de frente com os globalistas e explorar as riquezas da Amazônia

BOLSONARO-GLOBALISMO

O deputado federal Jair Bolsonaro levantou uma questão importantíssima durante sua chegada em Manaus: “Será que a Amazônia ainda é nossa?”

Logo na saída do aeroporto, Bolsonaro falou para o povo manauense, celebrando as riquezas da Amazônia e criticando a estratégia do PT de manter indígenas isolados como se fossem “animais de zoológicos”:

Essa política malfadada, não voltada para preservação do meio ambiente, mas voltada para os interesses de fora, vai deixar de existir. Não tem que ter diferença entre um irmão índio nosso na Bolívia e um irmão índio nosso aqui. Lá, o índio pode ser presidente da República. Aqui, o PT quer mantê-lo em reserva como se fosse um irmão de zoológico. O índio quer médico, dentista, energia elétrica e curso superior. Ele quer evoluir e será tratado dessa forma num governo futuro.

Bolsonaro tocou num assunto tabu aqui no país. Todos os presidentes que passaram pelo Planalto escantearam o Norte e não ousaram aproveitar o potencial desta rica região.

Sempre que alguém tenta explorar as riquezas da Floresta Amazônica, a pressão das ONGs ambientalistas e indianistas torna a tarefa extremamente desgastante. É só observar o caso recente envolvendo o presidente Temer e a Renca.

Nós sabemos que, em sua maioria, estas organizações não-governamentais são financiadas por bilionários esquerdistas que investem rios de dinheiro para implementar a agenda globalista mundo afora.

Em setembro, o Comandante do Exército Brasileiro, General Villas Boas, durante entrevista no programa do Pedro Bialfalou especificamente sobre a estratégia dos globalistas para impedir que nosso país explore a Amazônia.

Manipulando esses conceitos de ambientalismo e indianismo, como utilizando organismos internacionais, os próprios organismos de governo e algumas organizações não-governamentais, trabalharam no sentido de neutralizar recursos naturais para que eles não competissem no mercado internacional. Então, com isso, hoje nós temos quase 40% da Amazônia como terra indígena ou unidades de conservação. E, via de regra, elas coincidem – estão superpostas – em jazidas mineiras importantes. Isso tudo tá congelado.

O General também exibiu toda a hipocrisia das nações internacionais quando tentam definir o que nós podemos fazer com a nossa floresta:

É perceptível que Jair Bolsonaro tem pleno conhecimento de que os globalistas estão nos impedindo de aproveitar as riquezas desses recursos naturais escondidos na Amazônia, porque sabem que eles colocariam o Brasil em uma posição totalmente diferente da que estamos hoje.

Ontem (14), ele questionou se o Brasil tem realmente soberania sobre a Amazônia:

Será que a Amazônia ainda é nossa? Em 1982, a Argentina falou que as Malvinas eram deles. Perderam. Hoje em dia, ouso dizer que dificilmente a Amazônia é nossa.

Ele também deixou claro para o povo de Manaus que o futuro será grandioso quando fecharmos as portas para os interesses internacionais e tomarmos as rédeas do nosso país.

Aqui está o futuro do Brasil. Temos na região amazônica o que ninguém no mundo tem. A Amazônia, que pode ser solução para o mundo, não pode continuar sendo problema para o Brasil.


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