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Bolsonaro nega aceleração de emendas em troca de apoio

Bolsonaro nega aceleração de emendas em troca de apoio
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“No passado, como todos sabem, os métodos eram outros. Hoje, o parlamento está mais que consciente de sua responsabilidade”, escreveu Bolsonaro.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, negou, na manhã desta quarta-feira (10), que tenha acelerado a liberação de emendas parlamentares em troca de apoio na Câmara dos Deputados para a aprovação da reforma da Previdência.

Através de publicações na rede social Twitter, Bolsonaro lembrou que o governo é obrigado a liberar essa verba por causa do orçamento impositivo e disse que o Parlamento atual “está mais que consciente de sua responsabilidade”.

Na noite desta terça-feira (9), após intensa repercussão nas redes sociais, o chefe do Executivo disse que estava “apenas cumprindo o que a lei determina e nada mais”.

Já na manhã de hoje, em meio às denúncias da oposição sobre compra de votos dos parlamentares para aprovação da reforma previdenciária, Bolsonaro explicou mais detalhadamente a questão:

“A Emenda Constitucional 86/2015 tornou as emendas parlamentares individuais impositivas, portanto independe da vontade do Presidente a sua liberação. Outros recursos previstos no orçamento, havendo disponibilidade, também são liberados para obras em estados ou municípios.”

Em uma publicação seguinte, o presidente acrescentou:

“No passado, como todos sabem, os métodos eram outros. Hoje, o parlamento está mais que consciente de sua responsabilidade, do que devem ou não aprovar ou aperfeiçoar, sempre focado no bem estar de todos.”

Mais cedo, ao ser questionado por jornalistas sobre a expectativa pela votação da reforma na Câmara, Bolsonaro respondeu: “Vitória”.

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