Português   English   Español

‘Bolsonaro ouviu nossas necessidades’, diz agronegócio

Twitter
WhatsApp
Facebook
Google+
LinkedIn
Pinterest

Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência do Brasil, avança para o segundo turno como favorito, contando com apoios importantes, como o dos empresários do agronegócio.

Durante toda a corrida eleitoral brasileira, tem se falado muito do “lobby BBB”, sigla usada para os grupos evangélicos (Bíblia), os defensores de uma linha dura em termos de segurança (Bala) e os agricultores e pecuaristas (Boi), que demonstram um apoio mais ou menos velado a alguns candidatos.

No caso dos empresários do agronegócio, já bastante representado no Congresso, a ambiguidade desapareceu antes mesmo do primeiro turno, quando Jair Bolsonaro recebeu, no dia 2 de outubro, a visita da deputada Tereza Cristina (DEM-MS).

A representante, que dirige a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), grupo que reúne 261 deputados federais e senadores de vários partidos, trazia uma carta na qual exprimia apoio oficial o candidato do PSL.

De acordo com o documento assinado pela FPA, a polarização sentida no primeiro turno e a possibilidade mais do que plausível de um duelo entre Bolsonaro e Fernando Haddad no segundo foi o estopim da decisão no início do mês.

Na carta, os signatários afirmam unir suas forças para “evitar que candidatos ligados a esquemas de corrupção e ao aprofundamento da crise econômica brasileira retornem ao comando do nosso país”.

O documento era um recado direto ao Partido dos Trabalhadores (PT), apresentado pelos empresários do setor como o principal responsável pelas dificuldades do agronegócio brasileiro.

“O governo do PT saqueou o país e nós queremos acabar com isso”, afirma Normando Corra, presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso. A entidade, conhecida como Sistema Famato, representa alguns dos mais importantes players do setor, em um estado que reúne o principal rebanho bovino do país e um dos maiores do mundo.

Seu representante vê na eleição do candidato direitista a solução para uma melhoria do setor, em oposição à ação do partido de Haddad durante os governos Lula e Dilma.

“Desde o começo, Bolsonaro tem ouvido nossas necessidades e nos atendido. O que não acontece com o PT, que é um partido socialista que quer igualar pela miséria, e não pela distribuição de riquezas”, defende.

 

Adaptado da fonte RFI

Twitter
WhatsApp
Facebook
Google+
LinkedIn
Pinterest

Deixe seu comentário

Veja também...