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Bolsonaro passa a ser assediado por partidos

Jair Bolsonaro vai trabalhar por videoconferência

Promessas vão da fidelidade em votações no Congresso a dinheiro para sua campanha à reeleição.

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Há nove meses sem partido, o presidente da República, Jair Bolsonaro, passou a ser cortejado por siglas do cenário político brasileiro.

As promessas vão de fidelidade em votações no Congresso Nacional e controle de diretórios regionais a dinheiro para bancar sua campanha à reeleição, em 2022.

Bolsonaro admitiu o “assédio” de ao menos quatro legendas, mas disse que está conversando para decidir qual proposta aceitará.

O Progressistas, o PTB e o PSL, partido pelo qual o chefe do Executivo foi eleito em 2018, confirmaram conversas com Bolsonaro, informa o portal R7.

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