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Brasil avança no controle da temida mosca sul-americana

Foto: Paulo Lanzetta/Embrapa
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Esta mosca possui uma ampla variedade de plantas da qual pode se alimentar.

Terceiro maior produtor mundial de frutas, o Brasil agora conta com mais uma ferramenta para o monitoramento e controle da mosca sul-americana, a temida Anastrepha fraterculus

Esta é uma das moscas das frutas submetidas às restrições quarentenárias que são impostas por outras nações. 

O manejo bem-sucedido desta espécie pode abrir novos mercados às frutas nacionais e colocar o Brasil em posições mais elevadas no ranking de exportadores. 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, na última sexta-feira (14), a Portaria nº 299 com nova Especificação de Referência (ER) voltada ao manejo desse alvo biológico.

A ER, 48ª da lista, traz as especificações e garantias mínimas para o registro de produtos fitossanitários à base de proteína hidrolisada da mucosa intestinal de suíno, ingrediente ativo, até então, inédito nesse tipo de regulamento. 

A publicação da ER 48 amplia o número de especificações de semioquímicos, isto é, substâncias que evocam respostas comportamentais ou fisiológicas nos organismos receptores. 

Colocada em armadilhas, a proteína atrai as moscas que acabam sendo capturadas e morrendo no interior dessas estruturas. 

O uso em monitoramento ou controle depende de fatores como a concentração do ingrediente ativo e a quantidade de armadilhas distribuídas no pomar. 

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