Brasil corre para fechar acordo com EUA sobre base de Alcântara

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TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

O objetivo do acordo do governo de Michel Temer é viabilizar o uso comercial do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no litoral do Maranhão.


Em outras palavras, o país pretende gerar recursos alugando a base para países e empresas colocarem seus satélites em órbita. O CLA pertence ao Estado brasileiro e é gerido pela Aeronáutica.

O local é considerado uma das melhores zonas de lançamento do mundo, já que sua localização muito próxima da Linha do Equador permite uma economia de cerca de 30% no combustível necessário para essas operações.

O Brasil, no entanto, nunca conseguiu por meios próprios realizar lançamentos para colocar satélites em órbita. Já uma parceria com a Ucrânia consumiu desde 2007 R$ 480 milhões sem alcançar seu objetivo.

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Um primeiro acordo de salvaguarda, cujo objetivo é evitar que a tecnologia de um país seja roubada por terceiros, foi firmado com os Estados Unidos em 2000, mas a iniciativa não foi pra frente devido às acusações de ameaça à soberania nacional.

O governo negocia agora um texto mais palatável que possa superar as resistências políticas, já que o acordo só entrará em vigor se aprovado no Congresso Nacional.

O Brasil enviou uma sugestão para os EUA em 2017 e recebeu uma contraproposta em maio. Agora, diversos órgãos como Itamaraty, Agência Espacial Brasileira e Aeronáutica trabalham em uma nova versão. Há expectativa de um acordo final ainda neste ano.

 

Adaptado da fonte BBC

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