- PUBLICIDADE -

Brasil desenvolve técnica para identificar fungos em milho

- PUBLICIDADE -

No ranking mundial de produção de milho, o Brasil ocupa o 3º lugar.

Através de de um método inovador, um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Embrapa conseguiu identificar fungos do gênero Fusarium, que afetam grãos de milho.

Os fungos F. verticillioides e F. graminearum são os responsáveis pelas principais toxinas que atacam o milho.

Os cientistas combinaram imagens hiperespectrais de infravermelho próximo (NIR) com métodos de reconhecimento de padrões e tiveram sucesso na identificação das espécies de fungos.

De acordo com os pesquisadores, o método é mais barato e mais rápido que os convencionais — além de não ser destrutivo e não usar produtos químicos.

Os resultados foram publicados recentemente em artigo científico na revista Food Chemistry.

A pesquisadora Maria Lúcia Ferreira Simeone, da Embrapa Milho e Sorgo, ressaltou que a identificação desses fungos patogênicos é uma etapa inicial importante de controle de doenças em milho:

“Buscamos obter um método não destrutivo, livre de produtos químicos e de execução mais rápida, o método de imagem hiperespectral de infravermelho próximo, associado à análise de imagem multivariada. Esse método foi desenvolvido para permitir uma leitura rápida da amostra, além de uma precisão maior na distinção dos patógenos.”

O milho é um dos alimentos mais presentes na dieta humana e animal, com grande valor econômico e social. 

No ranking mundial de produção de milho, o Brasil ocupa o 3º lugar, precedido apenas pelos Estados Unidos e China.

Mas nós não somos apenas grandes produtores, mas também consumidores de grande porte — mais de 70 milhões de toneladas anuais.

A contaminação de milho e de seus produtos com agentes microbiológicos patogênicos pode causar graves consequências aos consumidores, sendo motivo de grande preocupação em nível mundial. Por isso, nos últimos anos, a busca por alternativas para garantir a segurança dos alimentos tem sido o foco de ações internacionais“, diz a pesquisadora da Embrapa, Valéria Queiroz.

PUBLICIDADE
- PUBLICIDADE -

TÓPICOS

COMPARTILHE

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no reddit
- PUBLICIDADE -
- PUBLICIDADE -
- PUBLICIDADE -