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Brasil e Alemanha assinam acordo para repatriar ararinhas-azuis

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Brasil e Alemanha assinam acordo para repatriar ararinhas-azuis
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Projeto inédito trará de volta ao país 50 aves que vivem num criadouro alemão. Endêmica da Caatinga, espécie é considerada extinta natureza.

O Brasil assinou, nesta sexta-feira (7), um acordo para reintroduzir no país 50 ararinhas-azuis que vivem atualmente num criadouro na Alemanha.

Nativa do Brasil, a espécie desapareceu da natureza há quase 18 anos.

O acordo, assinado entre a Associação para a Conservação de Papagaios Ameaçados (ACTP) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ligado ao Ministério do Meio Ambiente, prevê que as aves sejam trazidas ao Brasil em novembro deste ano.

Endêmica da Caatinga, os animais serão levados para um refúgio criado em Curaçá, na Bahia. A região é o habitat histórico da espécie que é considerada extinta na natureza.

Após um período de adaptação na unidade de conservação, quando passarão por exames e conviverão com outras aves, cerca de 15 ararinhas-azuis serão soltas na natureza. As outras permanecerão em cativeiro para reprodução.

Apenas 163 ararinhas-azuis existem no mundo, todas vivendo em cativeiro. O criadouro da ACTP, perto de Berlim, abriga 90% das aves restantes, informa a Deutsche Welle.

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