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Brasil inaugura primeira Unidade de Referência em Produção Irrigada

Brasil inaugura primeira Unidade de Referência em Produção Irrigada
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A iniciativa busca contemplar demandas de agricultores do Polo de Irrigação do Oeste da Bahia.

Produtores rurais do oeste da Bahia vão dispor de uma importante ferramenta de capacitação, inovação e pesquisa proporcionada pelo governo Jair Bolsonaro.  

Esta região é rica em culturas como de banana, cacau, limão, algodão, milho e soja. 

A iniciativa do Ministério do Desenvolvimento Regional, que é feita em parceria com a Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), definiu o campus da instituição na cidade de Barreiras como a primeira Unidade de Referência em Produção Irrigada do Brasil

A diretora de Desenvolvimento Regional e Urbano do Ministério, Adriana Melo Alves, explica os benefícios da ação: 

“Isso atende a duas importantes estratégias do MDR. A primeira, proporcionar a disseminação de processos inovadores e a transferência de tecnologia aos irrigantes. A segunda, mais ampla, contribuir para o desenvolvimento regional, gerando nas novas áreas produtoras nordestinas possibilidades de atração e fixação de capital humano qualificado, novos investimentos e uma gama de serviços intensivos em conhecimento e inovação.” 

O professor Erick Rojas, superintendente de Inovação, Tecnologia e Desenvolvimento Regional da universidade, prevê avanços com a parceria junto ao governo: 

“Devemos ressaltar a importância da região como um polo agrícola, onde muitos pequenos produtores estão entrando em uma fase de melhoramento do seu processo produtivo e de gestão. A unidade de referência em irrigação pretende possibilitar ações para o crescimento deste polo agrícola, e a universidade se coloca à disposição do setor produtivo. Estamos desenvolvendo alguns planos de trabalho e, em breve, ofereceremos alguns serviços tecnológicos para os produtores.” 

 O produtor rural David Schmidt, integrante de um grupo agrícola que atua desde 1979 no Oeste baiano, vislumbra melhorias:  

“É muito bom ter uma instituição que vai abraçar as demandas da região e ter pesquisadores que vão entender a dificuldade do produtor, conseguindo desenvolver soluções de uma forma mais rápida e mais adaptada à nossa região. Isso vai nos dar mais eficiência, ajudando a racionalizar o uso de água, e permitir um melhor retorno das atividades. Acredito que vai ser uma excelente parceria para o desenvolvimento agrícola do Oeste da Bahia.” 

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