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Brasil não utiliza um terço da malha ferroviária existente

Estudo mostra que cerca de 30% dos trilhos ferroviários do Brasil estão inutilizados e 23% estão sem condições de serem colocados em operação.

O estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) chamado “Transporte ferroviário: colocando a competitividade nos trilhos” foi feito com base em dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e será entregue pela CNI aos candidatos à Presidência da República.

De acordo com informações da Folha:

O levantamento da CNI será entregue alguns dias após o fim a da greve dos caminhoneiros, que paralisou o país por 11 dias no final de maio e gerou prejuízos de bilhões de reais a diversos setores e obrigou o governo federal a subsidiar redução no preço do diesel.

No final de maio, o ex-diretor da ANTT Bernardo Figueiredo, afirmou à Reuters que o subsídio de quase R$ 10 bilhões que será bancado pelo governo federal para baixar o preço do diesel até o fim do ano seria suficiente para construir cerca de 1.000 km de ferrovia.

Segundo o estudo da CNI, a malha ferroviária nacional tem cerca de 28,2 mil km de extensão, dos quais 8,6 mil (cerca de um terço) não estão em uso. A entidade afirma no levantamento que entre as origens dos problemas está a característica dos contratos de concessão do setor, assinados na década de 1990 e que produziram um sistema com deficiências, ausência de concorrência e com dificuldades de interconexão das malhas.

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