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Brasil preocupado com possível interferência do Vaticano na Amazônia

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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“A nossa expectativa é de que não haja problema para o governo e nem nenhum desentendimento com a Igreja”, afirmou o general Heleno.

O evento conhecido como Sínodo da Amazônia acontecerá em Roma, na Itália, entre os dias 6 e 27 de outubro.

Na última semana, o governo Jair Bolsonaro enviou um novo embaixador para o Vaticano, o diplomata Henrique da Silveira Pinto, que já foi instruído a conversar com representantes da Santa Sé sobre as preocupações com possíveis críticas ao Brasil.

Em entrevista ao jornal Estadão, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, ressaltou que foram realizadas várias reuniões com representantes da Igreja Católica, mas não esconde que o Palácio do Planalto espera que o Sínodo se limite a questões religiosas.

O principal incômodo do governo brasileiro é com a possibilidade de que haja tentativa de interferência em políticas públicas e ameaças à soberania. Heleno explicou:

“A nossa expectativa é de que não haja problema para o governo e nem nenhum desentendimento com a Igreja. Nós temos promovido ótimas reuniões com o Sínodo, não só aqui, mas em Roma, e está se encaminhando para se ter uma atividade dentro do que foi previsto, que não vai exceder os limites do que a Igreja se propôs a fazer. É o que nós esperamos.”

Da mesma forma, haverá uma atenção especial de como o tema do Meio Ambiente será levado para a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, nos Estados Unidos, no mês de setembro.

O governo imagina que o presidente Bolsonaro deverá ser alvo preferencial de ataques na reunião internacional.

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