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Brasil quer destinar 1,3 bilhão para cobrir calote de Venezuela e Moçambique

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O ministro Carlos Marun, da Secretaria de Governo, justifica que o Brasil se tornaria inadimplente e sofreria consequências caso não faça o pagamento.

Marun anunciou nesta quinta-feira (26) que o governo enviará ao Congresso um projeto de lei para incluir no Orçamento cerca de R$ 1,3 bilhão em recursos para que o Fundo Garantidor de Exportação cubra o não pagamento de dívidas da Venezuela e Moçambique.

O assunto foi discutido em uma reunião no Palácio do Planalto que contou com a presença do presidente Michel Temer, dos ministros Carlos Marun e Eliseu Padilha (Casa Civil), e de lideranças da Câmara e do Senado.

De acordo com informações do jornal O Globo:

O presidente e os seus ministros mais próximos foram pegos de surpresa com a informação sobre o calote. Temer foi avisado pelo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, de que os países não pagariam as dívidas.

Ao longo do dia, líderes da base aliada no Congresso estiveram no Palácio do Planalto para conversar com o presidente e com Eliseu Padilha e Carlos Marun, que se esforçam agora para conseguir quórum no Parlamento para que haja sessão na semana que vem, plano dificultado por conta do feriado do Dia do Trabalhado.

— Obviamente fomos pegos de surpresa, quem imagina que vai levar um calote? — afirmou um dos ministros palacianos.

Apesar do esforço para que o projeto seja enviado ao Congresso ainda nesta sexta-feira, assessores de Temer admitem que, diante da surpresa, é possível que ele só seja enviado na segunda-feira.

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