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Brasil quer mais 6,8 milhões de comprimidos de cloroquina

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Gigantes tecnológicas miram conteúdos sobre a cloroquina

Governo não recomenda a autoprescrição do medicamento. Distribuição será feita mediante apresentação de receita médica.

O governo Jair Bolsonaro busca aumentar ainda mais os estoques de cloroquina e hidroxicloroquina em meio à pandemia de coronavírus

O objetivo do Ministério da Saúde é disponibilizar cerca de 6,8 milhões de comprimidos (de 150mg) até no máximo o mês de agosto.

O almoxarifado da pasta já tem disponíveis 1,4 milhão de doses dos medicamentos. 

O restante será produzido pelos laboratórios do Exército Brasileiro e do Laboratório Farmacêutico Federal Farmanguinho a partir de junho. 

Divulgados pelo governo, nesta quarta-feira (20), o novo protocolo para o uso da cloroquina contra o Covid-19 estabelece que são necessários 18 comprimidos por tratamento. 

Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, falou¹ sobre o assunto:

“O que o Ministério da Saúde está recomendando não é a autoprescrição do medicamento. É o direito para que todos os brasileiros possam ter acesso à medicação, a partir da avaliação médica, já regulada pelo Conselho [Federal de Medicina].”

Em menos de um mês, o estoque disponível² dos dois medicamentos no Brasil aumentou 30%.

O volume era de 8,9 milhões de comprimidos no fim de março. Na segunda semana de abril já passava de 11,6 milhões

A atuação das Forças Armadas foi a principal responsável por este crescimento: 1,25 milhão de comprimidos foram produzidos³ pelo Exército no período.

Referências: [1][2][3]

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