Brasil quer melhorar aproveitamento econômico da Amazônia Azul

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Amazônia Azul engloba espaços litorâneos e oceânicos do Brasil, concentrando diversas riquezas.

O governo Jair Bolsonaro busca impulsionar estudos sobre as potencialidades econômicas da Amazônia Azul

A Amazônia Azul engloba os espaços litorâneos e oceânicos do Brasil, concentrando diversas riquezas naturais e minerais, proporcionando navegação comercial, aquicultura, pesca, turismo, geração de energia renovável e a extração de petróleo e gás na sua faixa oceânica. 

Recentemente, o Ministério do Desenvolvimento Regional fechou um acordo com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para definir uma metodologia de planejamento e gestão territorial que reforce o aproveitamento da zona costeira do País e de sua porção marítima.  

As pesquisas a cargo da UFRN, que abrangem 24 municípios potiguares costeiros, vão gerar um modelo replicável aos demais estados da Federação, de forma a se avaliar e propor atividades produtivas.   

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, aponta esforços no sentido de se ordenar e fomentar avanços na exploração sustentável dos espaços: 

“O adequado aproveitamento da vertente econômica da Amazônia Azul é uma das prioridades do governo do presidente Jair Bolsonaro, até pelo seu potencial de contribuir para a geração de divisas, emprego e renda.”  

Marinho acrescentou: 

“Essa metodologia vai ser útil para todos os municípios litorâneos do Brasil, que poderão ter suas economias dinamizadas a partir da exploração responsável das potencialidades do litoral e do mar.” 

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