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Brasil quer neutralizar emissões de gases do efeito estufa

Brasil quer neutralizar emissões de gases do efeito estufa
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Salles reforça “compromisso brasileiro com a neutralidade de emissões até 2060”.

A nova meta do governo do Brasil no Acordo de Paris será a neutralidade nas emissões de gases do efeito estufa até 2060.  

O anúncio foi feito, nesta terça-feira (8), pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, após a nova meta brasileira ser aprovada por unanimidade entre os ministros. 

Depois da reunião do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima, no Palácio do Planalto, Salles declaro: 

“A nossa contribuição nacional determinada a ser apresentada, agora que aprovada pelo governo brasileiro, reafirmando os nossos compromissos, colocando o compromisso brasileiro com a neutralidade de emissões até 2060. E destacando também a possibilidade de este prazo ser reduzido consoante sejam implementados os mecanismos de mercado previstos no Acordo de Paris.” 

 Ainda de acordo com Salles, esse prazo de neutralidade até 2060 poderá ser antecipado, desde que o Brasil receba verbas anuais de US$ 10 bilhões para projetos de preservação ambiental já a partir de 2021.  

Essas verbas são contribuições financeiras de nações desenvolvidas para o atingimento das metas previstas no acordo do clima.    

O ministro Salles completou: 

“Em anexo à nossa NDC, nas questões do questionário que vai em anexo, nós explicitamos a forma que entendemos ser necessária, do ponto de vista de crédito e mercado, para o recebimento dos recursos. Recebimento este que pode ser através dos mecanismos do artigo 6º do Acordo de Paris, e do programa já em funcionamento do governo federal, de pagamento por serviços ambientais, o Floresta+, à razão de US$ 10 bilhões por ano, a partir do ano que vem. Portanto, em havendo o recebimento, neste fluxo, de recursos financeiros para estas destinações, nós consideraremos a hipótese de tornar o nosso compromisso de neutralidade, hoje assumido para 2060, em prazo anterior.” 

Salles não informou, entretanto, em quanto poderia ser reduzido o prazo da nova meta, que dependerá de avaliações posteriores, de acordo com a aplicação dos recursos. 

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