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Brasil registra primeira morte por superfungo na América do Sul

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Brasil registra primeira morte por superfungo na América do Sul

Um estudo, feito por pesquisadores do Instituto de Medicina Tropical da USP, descreveu o primeiro caso de morte por infecção por um fungo multirresistente na América do Sul, em um paciente de 17 anos, em São Paulo.

O caso aconteceu no fim do ano passado, e a pesquisa foi divulgada agora no jornal científico Transplant Infectious Disease.

Esse fungo costuma ser encontrado no solo, vasos de plantas, esgotos e na água poluída. Ele foi descrito pela primeira vez na literatura científica em 1974 e foi reconhecido como um invasor do corpo humano em 1984.

A partir daí, o fungo foi relacionado com diferentes síndromes infecciosas, que variam de acordo com a suscetibilidade do paciente e do modo de contágio. 

O pesquisador João Nóbrega de Almeida explica que esse fungo (Lomentospora prolificans) é bastante conhecido na Austrália e na Espanha, locais onde os casos de infecção, principalmente em pacientes imunodeprimidos, são mais notificados.

No Brasil, ainda não tinha sido notificado até o ano passado. Por ser considerado multirresistente, “a priori não existe um tratamento antifúngico adequado, que seja capaz de combater essa infecção,” explica.

Almeida Jr. ressalta ainda que, para a população em geral, esse fungo não oferece riscos. Ele não afeta aqueles que são imunocompetentes, com sistema imunológico sadio.

Adaptado da fonte USP

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