Brasileiro está preso na ‘tumba’ do ditador Maduro

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Ex-preso político disse que o objetivo da instalação onde Jonatan Diniz permanece é enlouquecer os prisioneiros.

O jovem brasileiro está detido na sede central do Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin), em Caracas, na capital venezuelana.

A prisão é conhecida como a “tumba”. O nome se deve à profundidade do porão onde estão sete calabouços, segundo contou Raúl López, ex-preso político que em 2014 ficou dois meses no lugar.

Segundo Raúl, os detentos estão a cerca de cinco andares debaixo da terra, totalmente isolados, suportando temperaturas baixíssimas (reguladas com ar condicionado) e luzes que permanecem 24 horas acesas.

— O objetivo é nos enlouquecer — disse Raúl, um médico fisioterapeuta que foi acusado de ter organizados protestos contra a ditadura de Nicolás Maduro em fevereiro de 2014.

A advogada Janaína Paschoal alertou para o fato no twitter e pediu para Brasil denunciar Maduro ao Tribunal Penal Internacional:

Com informações de: (1)

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