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Brasileiro detido na Venezuela denuncia “terror psicológico”

O brasileiro Jonatan Moisés Diniz afirmou nesta terça-feira (09/01) que sofreu “terror psicológico” durante o período em que ficou preso na Venezuela e deu mais detalhes sobre sua detenção.

O designer gráfico de 31 anos disse que foi detido enquanto estava na praia com amigos por um policial que o ameaçou com uma arma. Ele foi, então, levado para um prédio do Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin), na região metropolitana de Caracas.

O brasileiro escreveu em seu perfil no Facebook:

Tentaram colocar terror psicológico falando que eu poderia ficar lá tanto 1 como 1000 dias, que ninguém havia me procurado e que ninguém nem sequer sabia de minha prisão.

Ele afirma não ter sofrido tortura ou abuso sexual, mas diz que a cela em que ficou com outros 8 venezuelanos estava em estado precário.

Jonatan Diniz diz não ter recebido nenhum alimento das autoridades e que conseguiu comer apenas por doações de seus colegas de cárcere. Ele acrescentou:

Diosdado Cabello, braço direito de Nicolás Maduro, fez um pronunciamento em rede nacional […] acusando-me de terrorista e de ligações com grupos com grupos criminosos, de verdade, essas pessoas estão com tanto medo de perder o poder que já estão alucinando.
Com informações de: (1)

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