Brunei defende adoção de leis islâmicas que punem gays

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Brunei defende adoção de leis islâmicas que punem gays
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Ignorando as críticas internacionais, Brunei defendeu o uso de leis islâmicas que punem os infratores com métodos controversos, dizendo que elas foram aplicadas para “educar” e proteger o Islã.


Brunei, um pequeno país rico em petróleo de 400 mil habitantes, localizado próximo ao Mar do Sul da China, começará a implementar a Lei de Sharia no dia 3 de abril.

O país punirá aqueles que praticam a homossexualidade ou o adultério com a morte por apedrejamento, registra a RENOVA.

Brunei também punirá sodomia, adultério e estupro com a morte. Criminosos que cometerem roubos serão penalizados com amputações.

De acordo com comunicado divulgado pelo gabinete do primeiro-ministro, Hassanal Bolkiah, a Lei de Sharia, além de criminalizar e dissuadir atos que são contra os ensinamentos do Islã, “também visa educar, respeitar e proteger os direitos legítimos de todos os indivíduos, sociedade ou nacionalidade de qualquer fé e raça”.

George Clooney, ator icônico de Hollywood, criticou recentemente as penas severas impostas contra a homossexualidade, pedindo um boicote ao lendário Beverly Hills Hotel, porque seu dono é o líder de Brunei, informa a Fox News.

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