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Camboja condena ex-líderes comunistas por genocídio

Últimos dirigentes do movimento Khmer Vermelho, que governou o Camboja nos anos 1970, recebem penas de prisão perpétua. Segundo tribunal, objetivo do regime comunista era estabelecer uma sociedade sem religião e homogênea.

O Tribunal Internacional do Camboja condenou a prisão perpétua nesta sexta-feira (16) os dois últimos líderes vivos do Khmer Vermelho por genocídio e crimes contra a humanidade cometidos pelo regime comunista entre 1975 e 1979.

Os acusados são Nuon Chea, de 92 anos, o segundo na hierarquia e ideólogo da organização, e Khieu Samphan, de 87, ex- chefe de Estado.

O Khmer Rouge foi um movimento maoísta radical fundado por intelectuais e por meio do qual o Partido Comunista do Camboja governou o país entre 1975 e 1979.

Segundo o tribunal, o objetivo do regime era “estabelecer uma sociedade sem religião e homogênea através da supressão de todas as diferenças étnicas, nacionais, religiosas, raciais, de classe e culturais”.

 

Adaptado da fonte DW

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