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Caminhoneiros pedem intervenção militar em atos públicos e no WhatsApp

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Apesar de medidas anunciadas pelo governo, os caminhoneiros grevistas demonstram impaciência e irritação com Michel Temer, afirmando que as reivindicações não foram completamente atendidas.


Organizados por WhatsApp, os caminhoneiros estão irredutíveis. Nos grupos de alguns manifestantes, as medidas anunciadas, no domingo (27), pelo presidente Michel Temer não surtiram efeito.

Pelo contrário, nesta segunda-feira (28), os participantes demonstram impaciência e irritação com Temer. Além de afirmarem que as reivindicações não foram completamente atendidas, eles aumentam a incitação por uma intervenção militar. Alguns grupos consideram que essa medida é uma questão de tempo.

De acordo com informações da Gazeta do Povo:

Pelo tom das conversas, as reivindicações saíram do campo econômico e entraram na esfera política. Depois da dimensão que a greve tomou nos últimos dias, os caminhoneiros passaram a acreditar que podem mudar o rumo do país. Cada um tem uma tese diferente, expressa nas mensagens de WhatsApp.

Alguns acreditam que se conseguirem manter a paralisação por mais tempo, o governo atual será obrigado a renunciar. A maioria apoia a intervenção militar. Isso acabou criando uma situação inusitada com o Exército. Alguns vídeos mostram a atuação dos soldados acionados para liberar as estradas. Eles foram recepcionados com palmas e continência pelos caminhoneiros.

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