Canadá pede clemência para cidadão condenado à morte na China

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Canadá pede clemência para cidadão condenado à morte na China
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Além do cidadão condenado à morte, as autoridades chinesas também prenderam outros dois canadenses: o ex-diplomata Michael Spavor e o consultor Michael Kovrig.


A ministra das Relações Exteriores do Canadá, Chrystia Freeland, clamou à China que mostre “indulgência” com o canadense condenado à morte por tráfico de drogas.

“Falamos com o embaixador chinês no Canadá e pedimos clemência” para Robert Lloyd Schellenberg, disse a ministra aos jornalistas de Quebec, nesta terça-feira (15).

O premiê canadense, Justin Trudeau, considerou “muito preocupante” que a China tenha optado por uma “aplicação arbitrária” da pena capital, comentários imediatamente descritos como “irresponsáveis” por Pequim, conforme noticiou a RENOVA.

Segundo a revista “ISTOÉ“, Freeland recordou ainda a longa oposição do Canadá à pena de morte:

“Não temos pena de morte no Canadá, acreditamos que é desumana e imprópria, e cada vez que se considera a pena de morte para um canadense a rejeitamos.”

Perguntado se Pequim consideraria o pedido de clemência, o Ministério do Exterior disse que na China governa a lei.

E a porta-voz da pasta, Hua Chunying, explicou aos repórteres nesta quarta-feira (16), citando a Constituição, que o tribunal e a promotoria “exercem uma autoridade judicial independente (…) e isso não será interferido por outros órgãos administrativos”.

China e Canadá trocam acusações desde o mês passado, quando as autoridades canadenses prenderam a diretora financeira do gigante chinês das telecomunicações Huawei, Meng Wanzhou.

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