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Canais no YouTube deram impulsos à insurgências, diz vice-PGR

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Bolsonaro confraterniza com apoiadores em manifestação em Brasília
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Donos de canais pró-Bolsonaro no YouTube tiveram sigilo quebrado a pedido da PGR.

O vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques, afirmou que convocações para supostos atos antidemocráticos e suas transmissões pelo YouTube tornaram-se um negócio lucrativo na internet do Brasil.

Em pedido enviado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) para quebrar sigilos de deputados, jornalistas e ativistas alinhados ao presidente da República, Jair Bolsonaro, a PGR citou um relatório de empresa especializada que estima o faturamento dos canais: Foco do Brasil e Folha Política.

Juntos, os canais podem ter faturado cerca de R$ 150 mil em anúncios no programa de anunciante da plataforma digital durante o período analisado pela empresa.

No pedido, o vice-PGR afirmou:

“Com o objetivo de lucrar, estes canais, que alcançam um universo de milhões de pessoas, potencializam ao máximo a retórica da distinção amigo-inimigo, dando impulso, assim, a insurgências que acabam efetivamente se materializando na vida real, e alimentando novamente toda a cadeia de mensagens e obtenção de recursos financeiros.”

Humberto Jacques ainda afirmou que o conteúdo migra para outras plataformas, especialmente listas de transmissão de WhatsApp, que adquirem “perfil profissionalizado”, com a criação de grupos que facilitam a distribuição para milhares de pessoas:

“Passam a contar com um conjunto de pessoas que desempenham papéis específicos na curadoria de conteúdo, no compartilhamento de desinformação e na inclusão e na remoção de integrantes, tarefas para as quais podem até mesmo ser remuneradas.”

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