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Candidato que rejeita acordo com guerrilhas dispara na Colômbia

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Duas pesquisas de intenção de voto divulgadas no domingo mudaram o panorama das eleições presidenciais colombianas, cujo primeiro turno ocorre em 27 de maio.

Até então, os números indicavam uma grande fragmentação, com pelo menos três candidatos com cerca de 20% de intenções de voto e o resto ainda mais diluído entre outras candidaturas.

Pois em ambas as sondagens recentes houve uma disparada significativa do candidato apoiado pelo ex-presidente direitista Álvaro Uribe, o senador Iván Duque, também antiacordos de paz com guerrilhas, e que ultrapassou o esquerdista Gustavo Petro, ex-prefeito de Bogotá e ex-guerrilheiro do M-19, que até então vinha liderando.

Numa delas (Guarumo-Ecoanalítica), Duque, que iniciou a campanha com cerca de 9% de intenções de voto, aparece com 35,4%, contra 22% de Petro. Noutra, de instituto mais confiável (Invamer), Duque lidera com 45,9%, contra 26,7% de Petro. As duas apontam para um segundo turno em 17 de junho (para vencer no primeiro turno, o candidato necessita ter 50% dos votos mais um). Num segundo turno, as projeções indicam que Duque venceria qualquer um dos opositores.

As pesquisas nem sempre são confiáveis na Colômbia – erraram no primeiro turno da eleição de 2014 e no plebiscito do acordo de paz, em 2016. Porém, diferença tão contundente alertou analistas e comandos de campanha. “Pela primeira vez em muito tempo, a eleição está se polarizando já no primeiro turno”, diz o analista político Rodrigo Pardo.

 

Com informações de: [VE]
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