Cardeais convocam ’40 dias de jejum’ contra o Sínodo da Amazônia

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O evento, que acontecerá de 6 a 27 de outubro, no Vaticano, pretende debater soluções para a Floresta Amazônica.

O cardeal americano Raymond Burke e o bispo cazaque Athanasius Schneider divulgaram uma declaração na qual convocam “40 dias de jejum” contra “heresias” contidas no documento preparatório para o Sínodo da Amazônia.

Em seu manifesto, os líderes católicos citam seis “graves erros teológicos e heresias” no documento do Sínodo e pedem que os fiéis façam jejum entre 17 de setembro e 26 de outubro para impedir que o texto seja aprovado.

O cardeal Burke, patrono da Ordem de Malta, e o bispo Schneider, que é auxiliar na Arquidiocese de Astana, também fizeram um apelo para o Papa “confirmar seus irmãos na fé com uma clara rejeição aos erros” do documento preparatório.

Segundo Brandmuller, o Sínodo faz uma “agressiva intrusão” em “assuntos puramente mundanos do Estado e da sociedade do Brasil”.

A postura dos clérigos ecoa as preocupações do governo do presidente Jair Bolsonaro, que teme ingerência em questões internas do Brasil.

No fim do mês de agosto, grupos conservadores ligados à Igreja Católica declararam insatisfação com o tom adotado pelos organizadores do controverso Sínodo da Amazônia, como noticiou a RENOVA.

Setores questionaram o que classificam como tentativas de interferência em “soberanias nacionais” e criticam o endosso a políticas ambientais que privariam a população da Amazônia do desenvolvimento.

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