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Carlos Bolsonaro é citado mais de 40 vezes em inquérito no STF

Carlos Bolsonaro se desculpa por tuíte na conta do presidente
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Em setembro, Carlos Bolsonaro prestou depoimento na Superintendência Regional da PF no Rio.

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) é citado 43 vezes no inquérito dos atos antidemocráticos em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF).  

Em depoimento à Polícia Federal (PF) no dia 31 de julho deste ano, Anderson Rossi, dono do canal Foco do Brasil, no YouTube, foi questionado sobre uma possível ajuda de Carlos na estruturação da iniciativa. 

O empresário disse não ter recebido ajuda do vereador, mas admitiu ter sido auxiliado por Tércio Arnaud Tomaz, assessor especial do presidente da República, Jair Bolsonaro

Essa ajuda se dava com o repasse de imagens exclusivas do presidente e acesso privilegiado ao Palácio do Planalto.  

A PF investiga também se, durante a campanha presidencial de 2018, assessores do gabinete de Carlos na Câmara do Rio de Janeiro atuavam no impulsionamento de páginas do pai dele nas redes sociais. 

Indagado pela PF, segundo trechos do inquérito obtido pelo Estadão, o assessor Tércio Arnaud Tomaz admitiu ter trabalhado para Jair Bolsonaro durante o período em que esteve empregado no Legislativo Municipal. 

No entanto, Tércio alegou que a atuação era “voluntária” e fazia por “iniciativa própria” a gestão das páginas do candidato. 

No último dia 10 de setembro, Carlos Bolsonaro prestou depoimento na Superintendência Regional da PF no Rio.  

Como revelou o jornal à época, o vereador disse que nunca utilizou verba pública para manter canais e perfis em redes sociais nem é “covarde” ou “canalha” para contratar “robôs”. 

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