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Carlos Ghosn diz que vivia como ‘refém do Japão’

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Carlos Ghosn diz que vivia como refem do Japao
Imagem: Mohamed Azakir/Reuters

Ghosn concedeu a primeira entrevista desde novembro de 2018, quando ele foi preso no Japão sob a acusação de fraude fiscal.

Carlos Ghosn, ex-presidente da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, afirmou, nesta quarta-feira (8), que “não teve escolha” a não ser fugir do Japão para o Líbano.

Em uma coletiva de imprensa em Beirute, cidade onde o executivo franco-brasileiro fugiu no fim do ano passado, Ghosn disse que “foi uma decisão difícil, tomada na impossibilidade de ter um julgamento justo”.

Desde a fuga, o executivo passou 130 dias na cadeia, foi demitido da presidência da Nissan e da Mitsubishi e renunciou ao mesmo cargo na Renault.

“Não escapei da Justiça, eu fugi da injustiça e de perseguições políticas”, declarou Ghosn, dizendo ser vítima de uma “campanha sistemática de atores malévolos” para “destruir” sua reputação, informa a agência ANSA.

“Eu era refém de um país ao qual servi por 17 anos”, salientou Ghosn, enfatizando que era “interrogado durante oito horas por dia, sem advogados e sem entender exatamente do que era acusado”. 

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