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Cármen Lúcia beneficia Lula ao mudar voto sobre Moro

"Não estou portanto fazendo algum tipo de referência à Operação Lava Jato", diz Carmém.

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A maioria na 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a favor da ação do ex-presidente Lula da Silva (PT) foi formada, nesta terça-feira (23), com a mudança de voto da ministra Cármen Lúcia.

Em 2018, quando o julgamento teve início, ela tinha rejeitado a ação, mas agora seguiu o entendimento dos colegas Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

“Cármen Lúcia justificou que novos elementos juntados ao processo permitiram uma nova análise sobre os fatos levantados pela defesa de Lula que apontavam uma conduta irregular do juiz na sentença”, destaca o portal G1.

De acordo com a magistrada, há elementos de que houve uma “confusão” entre o juiz e o Ministério Público, que é o órgão acusador.

“Não estou portanto fazendo algum tipo de referência à Operação Lava Jato, mas sobre um paciente julgado e que demonstra que, em relação a ele houve comportamentos inadequados e que suscitam portanto a parcialidade”, afirmou a ministra no julgamento.

Antes de Cármen Lúcia, votou o ministro Nunes Marques, que, no último dia 3 de abril, interrompeu o julgamento ao pedir vista, isto é, mais tempo para analisar o processo.

Marques rejeitou a ação de Lula, o que, naquele momento, formou um placar de 3 a 2 contra a declaração de suspeição de Moro, como noticiou a RenovaMídia.

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