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Cármen Lúcia julgará pedido de liberdade de Winter

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Winter foi presa temporariamente pela PF manhã de ontem. Moraes autorizou a ação da PF.

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, foi sorteada para decidir¹ sobre o habeas corpus que pede a liberdade da ativista Sara Winter.

Winter é a líder do grupo “300 do Brasil”, que apoia o presidente da República, Jair Bolsonaro.

Determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, a prisão temporária de Winter ocorreu dentro do inquérito que apura a organização e financiamento de “atos antidemocráticos”.

Além de pedir a liberdade imediata de Winter, o advogado solicitou um salvo-conduto da Corte, para impedir que a prisão temporária seja prorrogada ou convertida em prisão preventiva.

Nesta terça-feira (16), ao ler uma nota² em defesa da Corte na abertura da sessão da 2ª Turma do STF, Cármen Lúcia disse que atentados contra instituições do Brasil “voltam-se contra o país”.

“Somos nós juízes constitucionais, servidores públicos, a quem incube o dever de, em última instância judicial, não deixar que o estado de direito conquistado se perca, porque todos perderão. Atentados contra instituições, contra juízes e contra cidadãos que pensam diferente voltam-se contra todos, contra o país”, disse a ministra.

Referências: [1][2]

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