Cesare Battisti pediu asilo à Bolívia antes de ser preso pela Interpol

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Cesare Battisti pediu asilo à Bolívia antes de ser preso pela Interpol
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Em carta enviada à Comissão Nacional de Refugiados, o terrorista negou os assassinatos pelos quais foi condenado na Itália na década de 1970.

O italiano Cesare Battisti foi preso na noite de sábado (12) na cidade de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.

O ex-integrante do grupo denominado Proletários Armados para o Comunismo foi localizado graças a uma investigação da Interpol (a polícia internacional), que efetuou a prisão de Battisti com agentes brasileiros e italianos.

O terrorista italiano aguardava a decisão do governo da Bolívia sobre um pedido de refúgio feito por ele em 18 de dezembro, dias após fugir do Brasil.

Battisti se declarou inocente dos quatro homicídios pelos quais ele foi condenado na Itália na década de 1970.

Em carta enviada ao governo de Evo Morales, segundo o “El País“, Battisti clamou:

“Peço que vocês deem procedimento ao meu requerimento humanitário e me concedam a qualidade de refugiado, garantindo a minha segurança, minha liberdade e minha vida.”

Na carta, Battisti conta a história de sua vida e afirma que é inocente dos homicídios, pelos quais foi condenado. Ele diz que, apesar de ter pertencido à organização Proletários Armados para o Comunismo, ele havia deixado o comitê central do grupo de extrema esquerdista na época dos assassinatos.

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