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Chanceler da Áustria é ameaçado de morte por extremistas islâmicos

Uma investigação antiterrorismo foi aberta após o chanceler da Áustria, Sebastian Kurz, receber ameaças de morte nas redes sociais depois de anunciar uma ofensiva contra o Islamismo político.

A decisão do governo da Áustria de fechar sete mesquitas e expulsar até 60 imãs como parte de sua campanha contra a radicalização provocou uma onda de indignação online.

Alguns extremistas nas redes sociais chegaram a ameaçar o chanceler Sebastian Kurz pessoalmente.

Enquanto algumas postagens acusavam o chanceler de querer uma “guerra”, outros disseram abertamente que ele deveria “se preparar” para a morte, segundo o jornal austríaco Oesterreich.

Outros posts também disseram que o chefe do governo austríaco “se encontrará em uma caixa de lixo”, enquanto outros acabavam as mensagens com os dizeres: “Allahu Akbar!”.

O gabinete do chanceler confirmou ao jornal que Kurz recebeu “muitas” ameaças de morte, particularmente no Facebook e Instagram, bem como em alguns “serviços de mensagens instantâneas”.

A situação foi considerada tão grave que a agência austríaca de inteligência e contraterrorismo A agência de serviço secreto austríaca, o BVT, lançou uma investigação antiterrorista sobre o assunto, de acordo com o Ministério do Interior.

Medidas adicionais também foram tomadas para aumentar a segurança pessoal de Kurz, que atualmente está em visita a Israel, bem como de alguns outros ministros.

Enquanto isso, o porta-voz do gabinete do chanceler disse que o governo não se deixaria “tirado da razão” e continuaria com sua política como planejado.

Nesta segunda-feira (11), o líder islâmico da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, alertou o governo da Áustria para ser preparar para uma “guerra religiosa”.

Com informações de Sputnik Brasil

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