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Chanceler da Hungria diz que seu país rejeita aceitar o terrorismo como algo natural

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Em discurso durante a reunião anual do Parlamento Europeu, Peter Szijjarto alertou que países não podem perder os direitos de decidir sobre questões envolvendo integração de imigrantes.

Ministro húngaro disse que com 28 estados soberanos formando a União Europeia, um debate sério sobre essas questões é natural. O que é antidemocrático e inaceitável, é chamar aqueles que insistem no direito à discussão de anti-Europeus.

Quanto ao tema do terrorismo, chanceler Szijjarto deixou claro que a questão agora era “um fenômeno cotidiano” e disse que “a Hungria se recusa a aceitá-lo como algo com o qual devemos viver”.

Ele insistiu que, em vez de defender políticas que “incentivem os imigrantes deixarem suas casas para a Europa”, a União Europeia deveria negociar com os países africanos e ajudar a eliminar as causas da migração em massa: “A segurança da Europa começará na África”, disse Peter.

Hungria vem batendo de frente com a política migratória imposta pelos globalistas europeus. Dias atrás, este mesmo chanceler disse que seu povo “quer permanecer húngaro”.

 

Com informações de: (1)

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