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Chanceler da Hungria se distancia da agenda globalista da UE

O ministro das Relações Exteriores e Comércio da Hungria disse que a imigração ilegal em massa criou “sociedades paralelas” em várias cidades da Europa.

O chanceler húngaro Péter Szijjártó diz que todos querem uma Europa forte e bem sucedida, mas as estratégias para conseguir chegar lá são diferentes.

O ministro das Relações Exteriores disse que alguns acreditam que a União Europeia (UE) deve acumular o máximo de poderes possível às custas dos Estados membros, enquanto a Hungria tem uma opinião diferente.

Szijjártó explica que o governo conservador húngaro rejeita esta teoria globalista da UE e a agenda que faz os Estados membros se distanciarem de suas identidades nacionais e culturais.

O chanceler da Hungria acrescentou que, para a Europa ser forte e competitiva, a competição deve ser permitida dentro da União Europeia, com a segurança sendo devolvida aos países europeus e a cultura cristã e a identidade individual preservada.

É importante que haja debates sobre o futuro da UE, mas o membro do governo do premiê de Viktor Orbán acha que as disputas se tornam rapidamente emocionais, com aqueles que se opõem à corrente principal.

“Para que esses debates sejam travados com sucesso, eles devem se basear no senso comum e no respeito mútuo”, acrescenta Szijjártó.

 

Adaptado da fonte VoE

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