Chanceler dos EUA denuncia perseguição religiosa na China

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Chanceler dos EUA denuncia perseguição religiosa na China
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Pompeo enfatizou que a perseguição chinesa aos muçulmanos e cristãos atingiu “proporções históricas”.


Em declarações nos últimos dois dias, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, repudiou a repressão à liberdade religiosa na China pelo regime do líder comunista Xi Jinping.

Na terça-feira (9), durante participação em uma comissão no Senado, Pompeo fez a denúncia:

“Nós temos falado recentemente sobre os desafios para a liberdade religiosa na China – não apenas os uigures, mas algo bem mais amplo. A ausência de liberdade religiosa é de proporções históricas.”

Os uiugures fazem parte de um povo de origem turcomena, majoritariamente muçulmano, que habita principalmente a Ásia Central.

O regime comunista da China está sendo duramente criticado pela comunidade internacional por sua estratégia de enviar muçulmanos para “campos de reeducação”, como noticiou a RENOVA.

Nesta quarta-feira (10), Pompeo novamente criticou a falta de respeito aos direitos humanos na China, particularmente quando se trata de minorias religiosas.

Em depoimento perante o Comitê de Relações Exteriores do Senado, segundo o Breitbart, o chanceler acrescentou:

“Acho que o mundo demorou a reconhecer o desafio que a China começou a apresentar. O desafio da natureza Orwelliana de ausência de direitos humanos dentro da China. Não são apenas os uigures, são os cazaques, são cristãos, é algo bastante amplo”.

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