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Chavista admite propina de US$ 1 bilhão à Justiça dos EUA

O ex-diretor do Tesouro Nacional da Venezuela, Alejandro Andrade, confirmou a existência de um esquema ilegal de câmbio no país.

Um ex-funcionário de alto escalão do governo de Hugo Chávez confessou para a Justiça dos Estados Unidos a existência de um esquema ilegal de câmbio que movimentou subornos de mais de US$ 1 bilhão na Venezuela, segundo informações do Estadão.

Para que o sistema funcionasse, a corrupção atingiu até mesmo o diretor do Tesouro Nacional venezuelano, Alejandro Andrade, chavista que também foi segurança privado de Hugo Chávez nos anos 1990.

No centro do caso está o empresário Raul Gorrin Belisario, indiciado por corrupção e lavagem de dinheiro. Por fim, o esquema ainda tinha a participação de Gabriel Arturo Jimenez Aray, dono do Banco Peravia.

Nos documentos revelados pela Justiça americana, Andrade admitiu ter recebido propinas no valor de US$ 1 bilhão da parte do empresário e de outros suspeitos. Diante da corrupção, ele escolhia esses executivos e bancos para fazer operações de câmbio em nome do governo da Venezuela.

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