Chefe do PCC mandou matar delegado e investigadores

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Em represália à transferência para presídio federal, o chefe do PCC mandou matar delegado e investigadores.

O criminoso Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, decretou a morte de três policiais como forma de vingança por ter sido transferido da prisão estadual de São Paulo

Preso em regime de isolamento no sistema federal desde fevereiro de 2019, o líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) colocou entre os alvos Ruy Ferraz Fontes, delegado-geral da Polícia Civil e um dos principais combatentes à facção, segundo o site UOL.

De acordo com a publicação, a ordem de Marcola veio à tona em uma denúncia da promotora Silvia Vieira Marques, da 2ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital do Ministério Público, realizada no dia 30 de agosto. 

A acusação, no entanto, não especifica como o chefe do PCC teria determinado os assassinatos, que não ocorreram.

No dia 10 de março deste ano, a Polícia Civil registrou uma ordem de Marcola a outros membros do PCC em uma casa localizada na Cidade Tiradentes, bairro do extremo leste de São Paulo. 

O Ministério Público descobriu que um setor da facção, denominado “Bonde dos 14”, administrava tudo que envolvia o PCC na Cidade Tiradentes. Foi lá, inclusive, que os integrantes teriam se reunido para determinar o crime contra o delegado-geral da Polícia Civil.

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