Chefe do Vaticano diz que ‘dividir bens não é comunismo’

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Por fim, o Papa defendeu que os católicos devem ser “testemunhas de misericórdia”.

O Papa Francisco pediu para os fiéis não viverem “uma meia-crença” e ajudarem o próximo.

Durante a missa do “Domingo da Misericórdia”, 11 de abril, o chefe do Vaticano disse que a partilha dos bens “não é comunismo, é cristianismo na sua forma mais pura”.   

O Pontífice alertou que em uma fé “estéril” não existe compartilhamento nem atenção ao sofrimento dos outros.   

Na homilia da celebração na igreja do Espírito Santo, em Sassia, junto à Praça São Pedro, Francisco completou:

“Se o amor acaba em nós mesmos, a fé evapora-se num intimismo estéril. Sem os outros, torna-se desencarnada. Sem as obras de misericórdia, morre.”

O líder da Igreja Católica convidou os católicos a superar a indiferença perante os outros:

“Hoje é o dia de nos perguntarmos: ‘Eu, que tantas vezes recebi a paz de Deus, o seu perdão, a sua misericórdia, sou misericordioso com os outros? Eu, que tantas vezes me alimentei do seu Corpo, faço alguma coisa para matar a fome a quem é pobre?”

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