China acusada de cremar corpos em segredo

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Há razões para manter o ceticismo sobre as informações que a China têm compartilhado com o mundo.

Enquanto o último boletim oficial aponta 170 mortes no surto de coronavírus na China, cada vez mais dúvidas estão sendo levantadas sobre a veracidade das informações fornecidas pelo regime comunista.

As últimas alegações indicam que as autoridades chinesas estão, inclusive, cremando corpos em segredo para não alavancar o número de mortes nas estatísticas oficiais.

O canal de notícias em chinês Initium entrevistou pessoas que trabalhavam em centros de cremação locais na cidade de Wuhan, epicentro do surto do vírus.

Funcionários disseram que os corpos estavam sendo enviados para os crematórios diretamente de hospitais sem identificação adequada.

O objetivo do regime é não adicioná-los ao registro total de mortos, reduzindo as estatísticas oficiais.

William Yang, correspondente da emissora DW no Leste da Ásia, ressaltou:

“Portanto, há razões para permanecer cético sobre o que a China tem compartilhado com o mundo, porque, embora tenham sido mais transparentes sobre certas coisas relacionadas ao vírus, continuam sendo pouco detalhistas e pouco confiáveis em outros aspectos”.

Na última semana, o jornal britânico The Guardian informou que alguns hospitais chineses não estavam testando pacientes para o coronavírus apropriadamente e que pelo menos uma família foi pressionada a cremar o corpo de um membro falecido.

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