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China aprisionou um milhão de muçulmanos da etnia uigur

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Na sexta-feira (10), um painel de especialistas em direitos humanos da ONU declarou que os uigures estavam sendo tratados como “inimigos do estado”.

O painel da ONU também anunciou ter recebido relatórios confiáveis sobre “o aprisionamento em massa e arbitrário de quase um milhão de uigures” em “centros de contraextremismo”.

Um milhão de pessoas é um número absurdamente alto.

No contexto da população total uigur, é ainda mais chocante: há aproximadamente 11 milhões de uigures vivendo em Xinjiang, o que significa que quase um em cada 10 deles foram presos, segundo a ONU.

O regime comunista da China parece determinado a praticar abusos e humilhações contra os muçulmanos de Xinjiang.

Nos últimos anos, Pequim proibiu os pais uigures de darem a seus filhos o nome de “Mohamed”; proibiu crianças de entrarem em mesquitas; e proibiu funcionários do governo de fazerem jejum durante o Ramadã. Homens muçulmanos estão proibidos de deixar crescer barbas longas “anormais”, e mulheres muçulmanas não podem usar em público um véu que lhes cubra o rosto.

Existem ainda os “campos políticos de doutrinação”, mencionados pelo painel da ONU na semana passada, onde centenas de milhares de presos são obrigados a gritar slogans do Partido Comunista e a declarar lealdade exclusiva ao ditador chinês, presidente Xi Jinping, e recebem “lições sobre os perigos do Islã”.

Mas os muçulmanos não são os únicos sendo enviados para estes campos, cristãos também são alvos frequentes da perseguição religiosa do regime comunista.

Adaptado da fonte Intercept Brasil
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