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China avança contra Hong Kong para conter protestos

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
China ignora autonomia de Hong Kong ao mirar protestos

Pequim diz que a legislação visa parar a “atividade secessionista e subversiva” em Hong Kong.

A China sinalizou, nesta quinta-feira (21), que vai impor novas leis de segurança nacional contra Hong Kong, ignorando completamente a soberania do território semi-autônomo.

A medida é uma estratégia do regime comunista de Xi Jinping para acabar com os protestos pró-democracia que assolam Hong Kong ao longo dos últimos meses.

Um porta-voz do Parlamento chinês disse¹ que os legisladores em Pequim vão revisar uma resolução para “melhorar” os mecanismos legais e de aplicação das medidas de segurança nacional em Hong Kong, levando em consideração “novas circunstâncias e necessidades”.

Esta é a mensagem mais clara da campanha do Partido Comunista para minar as liberdades civis que Hong Kong conhece desde a transferência de soberania por parte do Reino Unido, em 30 de junho de 1997.

Na opinião² do regime comunista, leis de segurança mais rígidas em Hong Kong são necessárias para proteger a China de forças externas que estariam supostamente tentando interferir em sua soberania. 

A legislação ampliaria o poder de Pequim para combater os protestos pró-democracia de Hong Kong, que são vistos como um desafio flagrante ao partido e ao líder comunista Xi Jinping.

Referências: [1][2]

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