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China coloca minorias em campos de concentração

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Ao longo da última década, as autoridades de Xinjiang aceleraram políticas para remodelar os hábitos uigures – e até, como dizem, seus pensamentos.

Um volume imenso da população uigur em Xinjiang, região oeste do país – bem como cazaques, quirguizes e outras minorias – está sendo detido para se submeter ao que o Estado chama de “transformação por meio da educação”.

Milhares deles foram trancafiados em campos cercados de arame farpado, com superfícies antibomba, portas reforçadas e salas vigiadas.

A minoria cristã também está sofrendo um nível de perseguição parecido das autoridades do regime comunista da China.

De acordo com informações da Gazeta do Povo:

As autoridades chinesas são cautelosas e evasivas, quando não arrogantes, em relação aos relatos referentes a esses campos, só que agora terão que explicar seu próprio rastro eloquente de evidências, ou melhor, um sistema de licitação pública que criaram, convidando as empresas a submeterem orçamentos para ajudar a construir e administrar as instituições.

Ao longo da última década, as autoridades de Xinjiang aceleraram políticas para remodelar os hábitos uigures – e até, como dizem, seus pensamentos. Assim, os governos locais organizam cerimônias públicas e abaixo-assinados pedindo às minorias éticas que jurem lealdade ao Partido Comunista Chinês; oferecem cursos obrigatórios de reeducação e espetáculos forçados de dança, já que algumas vertentes islâmicas proíbem a dança. Em alguns bairros, os órgãos de segurança fazem avaliações constantes do risco representado pelos moradores: só pela etnia, os uigures perdem dez por cento na contagem, e outros dez se rezarem diariamente.

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