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China cria teoria da conspiração sobre laboratório militar dos EUA

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Laboratório de ponta nos EUA é alvo de desinformação do regime chinês.

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O regime comunista da China está tentando rebater a hipótese de que o coronavírus teve origem no Instituto de Virologia de Wuhan com uma campanha de desinformação acerca de um laboratório localizado perto da capital dos Estados Unidos.

A nova narrativa de diplomatas chineses e da mídia estatal aponta para a base militar Fort Detrick, um laboratório de ponta que fica no estado de Maryland, próximo a Washington D.C.

No local, o Exército americano desenvolve toxinas, vacinas, sistemas de defesa para pragas e doenças, além de onde, muito provavelmente, faz seus testes com armas biológicas, assim como os chineses o fazem no laboratório em Wuhan.

Nos últimos meses, os defensores do Partido Comunista Chinês (PCCh) conectaram centenas de vezes em postagens nas redes sociais e em conferências de imprensa que o Fort Detrick, a meio mundo de distância da China, precisa ser investigado como o ponto de partida da pandemia.

Enquanto os diplomatas chineses acusam um laboratório militar dos EUA pela crise sanitária que assolou o planeta, Pequim segue dificultando as investigações internacionais lideradas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Na última segunda-feira (19), como noticiou a Renova, a China rejeitou a nova etapa da investigação da OMS sobre a origem da pandemia, alegando que há “inconsistência” nas informações levantadas.

Em uma entrevista coletiva, o representante do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, afirmou que a OMS já chegou a uma “conclusão clara” sobre a origem do Covid-19.

Lijian disse que os dados colhidos até o momento indicam ser “altamente improvável” o suposto vazamento do vírus por um laboratório chinês.

É esperado que a OMS tenha o espírito científico, profissionalismo e objetividade, e trabalhe com a comunidade internacional para manter um rigor científico e seriedade em relação à rastreabilidade”, disse Lijian.

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