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China faz do Pangolim um dos mamíferos mais traficados do mundo

China faz do Pangolim um dos mamíferos mais traficados do mundo
Imagem: Reprodução/NatGeo
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Traficantes enxergam nas escamas do pangolim uma forma de obter lucros na China, onde elas são utilizadas em remédios tradicionais.

Todas as oito espécies de Pangolins — quatro da África e quatro da Ásia — estão correndo risco de extinção devido ao tráfico ilegal. 

Estes mamíferos, que são parentes mais próximos dos ursos e dos cães, constituem uma ordem taxonômica própria, isto é, caso eles desapareçam, não restará nada semelhante a eles no planeta Terra

Apesar de o comércio internacional das quatro espécies de Pangolins asiáticos é proibido desde 2000, pelo menos 67 países estiveram envolvidos no tráfico do animal. 

As maiores remessas de escamas tiveram origem nos Camarões, na Nigéria, na Serra Leoa e no Uganda. Segundo uma análise da Traffic, a maioria delas destinavam-se à China.

A carne do pangolim é consumida na África Ocidental e Central, e em tribos indígenas do Sudeste Asiático. No entanto, é a procura das suas escamas que afeta mais a existência deste animal.

As escamas de pangolim, normalmente secas, trituradas em pó e processadas em comprimidos, são utilizadas em diversas fórmulas da medicina tradicional chinesa, desde tratamentos para ajudar mães lactantes a remédios para alívio da artrite e do reumatismo. 

É possível encontrar escamas em mercados medicinais em toda a Ásia, incluindo o Vietnã, a Tailândia, o Laos e Myanmar.

Na China, onde estes remédios continuam a ser consentidos pelo regime comunista, mais de 200 empresas farmacêuticas produzem cerca de 60 tipos de poções tradicionais contendo escamas de Pangolim.

Anualmente, as províncias chinesas usam uma média de 26,6 toneladas de escamas, um valor que representa aproximadamente 73 mil pangolins.

Ninguém sabe ao certo quantas toneladas de escamas de Pangolim são contrabandeadas todos os anos. Essa é a própria natureza do mercado negro. Sabemos, porém, que são muitas e que as maiores quantidades são enviadas para a China, destaca a revista Natural Geographic.

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